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Osteopatia: A solução para muitos problemas de sua saúde

Problemas com dores de cabeca. Osteopatia pode ser a solução!

Saiba como a osteopatia pode ajudar nesse problema que afeta milhares de brasileiros diariamente.

Você sente dor na lombar ?

São mais de 2 milhões de casos são registrados por ano, só no Brasil.

sábado, 14 de fevereiro de 2026

A dor miofascial não é apenas uma questão de tecido; é uma questão de sistema.


Nem toda dor é lesão: implicações para a fáscia e a dor miofascial

A compreensão contemporânea da dor exige que abandonemos o modelo puramente estrutural. A dor não é um simples reflexo de dano tecidual; ela é uma experiência perceptiva produzida pelo sistema nervoso em resposta à interpretação de ameaça (IASP, 2020). Esse princípio é fundamental quando falamos de fáscia e dor miofascial.

Durante décadas, a dor miofascial foi explicada quase exclusivamente por alterações mecânicas locais — contraturas, aderências ou “nós” musculares. Contudo, a literatura atual sugere que a relação entre fáscia e dor é muito mais complexa e envolve integração mecânica, neurofisiológica e psicossocial.


1. A fáscia como órgão sensorial

Estudos anatômicos e histológicos demonstraram que a fáscia é altamente inervada, contendo:

  • Fibras A-delta e C

  • Mecanorreceptores

  • Nociceptores polimodais

Robert Schleip demonstrou que a fáscia toracolombar possui maior densidade de nociceptores do que o próprio músculo esquelético adjacente. Isso significa que, em muitos quadros de dor lombar, a origem nociceptiva pode estar mais relacionada à fáscia do que ao músculo.

Além disso, Helene Langevin mostrou que fibroblastos respondem a estímulos mecânicos alterando sua morfologia e organização citosquelética, evidenciando que o tecido fascial é mecanossensível e biologicamente ativo.

Portanto, a fáscia não é apenas um tecido passivo de sustentação, mas um órgão sensorial e comunicativo.


2. Dor miofascial: estrutura ou processamento central?

A definição clássica de ponto-gatilho proposta por Janet Travell e David Simons associa a dor miofascial a uma placa motora disfuncional com liberação excessiva de acetilcolina, hipóxia local e alteração metabólica.

Entretanto, evidências atuais sugerem que:

  • Nem todo ponto doloroso apresenta alteração estrutural palpável consistente

  • Nem toda banda tensa é dolorosa

  • A dor referida pode envolver mecanismos centrais

Clifford Woolf descreve a sensibilização central como amplificação da transmissão neural no sistema nervoso central, resultando em dor persistente mesmo com estímulos mínimos.

Isso implica que:

✔ Nem toda dor miofascial representa dano estrutural
✔ Parte da dor pode ser resultado de amplificação neural


3. Densificação fascial e deslizamento

A abordagem de Carla Stecco introduziu o conceito de “densificação fascial”, relacionado ao aumento da viscosidade do hialuronano entre as camadas fasciais, prejudicando o deslizamento.

Essa alteração pode gerar:

  • Aumento de tensão mecânica

  • Ativação nociceptiva

  • Redução de mobilidade

Entretanto, mesmo nesses casos, a dor não é proporcional à alteração estrutural. O grau de sofrimento depende da modulação neural e do contexto biopsicossocial.


4. Fáscia, sistema nervoso autônomo e dor

A estimulação fascial através de técnicas como liberação miofascial pode:

  • Modular atividade simpática

  • Influenciar variabilidade da frequência cardíaca

  • Alterar percepção dolorosa

Isso sugere que o efeito terapêutico pode ocorrer mais por modulação neurofisiológica do que por “quebra de aderências”.


5. Implicações clínicas para o fisioterapeuta

Se nem toda dor é lesão, a abordagem miofascial deve considerar:

1️⃣ Avaliação estrutural

  • Deslizamento

  • Mobilidade

  • Tensões de cadeia

2️⃣ Avaliação neurofuncional

  • Sensibilidade aumentada

  • Dor desproporcional

  • Padrões de hipervigilância

3️⃣ Educação em dor

Explicar ao paciente que:

  • Dor não significa dano grave

  • Movimento é seguro

  • O sistema nervoso pode estar sensibilizado


6. Integração prática na dor miofascial

A intervenção eficaz deve combinar:

  • Técnicas manuais (modulação periférica)

  • Movimento terapêutico (normalização de carga)

  • Educação em dor (modulação cognitiva)

  • Exposição gradual ao movimento

A liberação miofascial não deve ser vista como técnica “corretiva estrutural”, mas como ferramenta de modulação do sistema neurofascial.


📚 Referências Bibliográficas

  • International Association for the Study of Pain (IASP). (2020). Revised definition of pain.

  • Schleip R et al. (2012). Fascia as a sensory organ. Journal of Bodywork and Movement Therapies.

  • Langevin HM et al. (2006). Fibroblast cytoskeletal remodeling in response to mechanical stretch. FASEB Journal.

  • Stecco C et al. (2013). The fascial system and its role in musculoskeletal pain. Surgical and Radiologic Anatomy.

  • Woolf CJ. (2011). Central sensitization: implications for diagnosis and treatment of pain. Pain.

  • Travell JG, Simons DG. (1999). Myofascial Pain and Dysfunction.

Nem toda dor é uma lesão, nem toda lesão provoca dor

 A afirmação “nem toda dor é uma lesão, nem toda lesão provoca dor” representa um dos pilares da moderna ciência da dor. Durante décadas, predominou o modelo biomédico cartesiano, no qual a dor era entendida como consequência direta e proporcional a uma lesão tecidual. Entretanto, os avanços em neurociência demonstraram que essa relação é muito mais complexa.

1. Dor não é igual a dano tecidual

A Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP) redefiniu dor em 2020 como:

“Uma experiência sensitiva e emocional desagradável associada, ou semelhante à associada, a dano tecidual real ou potencial.”
(IASP, 2020)

Essa definição já rompe com o paradigma clássico ao afirmar que a dor pode ocorrer mesmo na ausência de dano tecidual detectável.

A dor é uma experiência perceptiva gerada pelo sistema nervoso central após processamento e interpretação de múltiplos fatores:

  • Sinais nociceptivos periféricos

  • Expectativas

  • Experiências prévias

  • Contexto emocional

  • Ambiente social

Como afirma Lorimer Moseley, a dor é uma saída do cérebro quando este interpreta que o corpo está sob ameaça, e não simplesmente quando há dano estrutural.


2. Evidências de dor sem lesão

Estudos de imagem demonstram que alterações estruturais muitas vezes não se correlacionam com dor.

Um exemplo clássico é o estudo de Scott Boden (1990), que avaliou indivíduos assintomáticos e encontrou:

  • 20% a 30% com protrusão ou hérnia discal

  • Alta prevalência de degeneração discal sem dor

Da mesma forma, a revisão sistemática de Wade Brinjikji et al. (2015) mostrou que:

  • Degenerações discais, protrusões e abaulamentos são extremamente comuns em indivíduos assintomáticos

  • A prevalência aumenta com a idade

Ou seja, lesão estrutural não significa necessariamente dor.

Outro exemplo é a dor fantasma, onde há dor intensa em um membro amputado — ausência total de tecido, mas presença de dor — reforçando que dor é uma construção neural.


3. Lesão sem dor

O oposto também é verdadeiro: existem lesões estruturais importantes sem manifestação dolorosa.

  • Rupturas parciais de manguito rotador em indivíduos assintomáticos

  • Lesões meniscais degenerativas sem dor

  • Fraturas por estresse em estágios iniciais

Além disso, em situações de estresse extremo (como acidentes), indivíduos podem sofrer lesões graves sem dor imediata, devido à liberação de catecolaminas e modulação descendente da dor.


4. O papel da sensibilização

A dor persistente muitas vezes envolve processos de:

Segundo Clifford Woolf (2011), a sensibilização central envolve amplificação da sinalização neural no sistema nervoso central, produzindo hiperalgesia e alodinia mesmo sem estímulo nocivo significativo.

Isso explica quadros como:

  • Fibromialgia

  • Dor lombar crônica inespecífica

  • Síndrome dolorosa miofascial persistente

Nesses casos, o problema principal não é a estrutura, mas a modulação neural.


5. Modelo biopsicossocial

George Engel propôs em 1977 o modelo biopsicossocial, que hoje é amplamente aplicado na dor crônica. Ele reconhece que:

  • Fatores biológicos

  • Fatores psicológicos

  • Fatores sociais

Interagem na experiência dolorosa.

Catastrofização, medo de movimento (kinesiofobia) e crenças disfuncionais podem amplificar a dor independentemente da condição estrutural.


6. Implicações clínicas

Compreender que nem toda dor é lesão e nem toda lesão provoca dor muda completamente a abordagem terapêutica:

  • Reduz alarmismo estrutural

  • Evita medicalização excessiva

  • Diminui intervenções invasivas desnecessárias

  • Valoriza educação em dor

  • Reforça estratégias de exposição gradual ao movimento

A dor deve ser entendida como uma experiência protetiva modulada pelo cérebro, e não como um simples marcador de dano tecidual.


📚 Referências Bibliográficas

  • International Association for the Study of Pain (IASP). (2020). Revised definition of pain.

  • Boden SD et al. (1990). Abnormal MRI scans of the lumbar spine in asymptomatic subjects. J Bone Joint Surg Am.

  • Brinjikji W et al. (2015). Systematic review of imaging features of spinal degeneration in asymptomatic populations. AJNR Am J Neuroradiol.

  • Woolf CJ. (2011). Central sensitization: implications for diagnosis and treatment of pain. Pain.

  • Moseley GL. (2007). Reconceptualising pain according to modern pain science. Physiotherapy.

  • Engel GL. (1977). The need for a new medical model: a challenge for biomedicine. Science.

domingo, 27 de julho de 2025

Síndrome do Piriforme e Dor Ciática? Conheça o poder da Mobilização Neural!

 Olá, eu sou Gabriel Santo, fisioterapeuta esportivo com especialização em osteopatia.


Você sente dor na região do glúteo que irradia para a perna? Pode ser síndrome do piriforme, uma condição em que o músculo piriforme comprime o nervo ciático, causando dor semelhante à de uma hérnia de disco.

Mas a boa notícia é que existe tratamento eficaz, sem precisar de cirurgia ou medicamentos fortes.

Um dos métodos mais eficazes nesse caso é a mobilização neural, uma técnica suave e precisa que ajuda o nervo ciático a voltar a deslizar livremente pelo seu trajeto natural.
Quando o nervo está "preso" por aderências ou tensões musculares, como no caso da síndrome do piriforme, ele perde mobilidade e causa dor, formigamento e fraqueza.

O que é a mobilização neural?

A mobilização neural não é alongamento tradicional. São técnicas manuais ou com movimento ativo que favorecem o deslizamento do nervo, melhorando sua circulação, mecânica e sensibilidade.

Benefícios para quem sofre com síndrome do piriforme:

✅ Reduz a dor irradiada no trajeto do ciático
✅ Melhora a mobilidade da pelve e quadril
✅ Diminui a tensão no músculo piriforme
✅ Restaura a função neuromuscular
✅ Promove qualidade de vida sem dependência de remédios

Se você sente desconforto ao correr, caminhar ou sentar por muito tempo, procure avaliação com um fisioterapeuta que trabalhe com mobilização neural e técnicas de osteopatia.

Cuidar do seu nervo é investir em liberdade de movimento!

Entre em contato e agende uma avaliação clicando aqui.


sábado, 26 de julho de 2025

Fisioterapia apos a Corrida.

 

🏃‍♂️ Por que a fisioterapia é essencial no pós-treino de atletas de alto rendimento?

A rotina de um atleta de alto rendimento vai muito além do treino. É uma jornada diária de esforço, precisão, desgaste físico — e, sobretudo, recuperação. E é aqui que a fisioterapia esportiva entra como protagonista silenciosa, mas fundamental.

Sou Gabriel Santo, fisioterapeuta esportivo com pós-graduação em osteopatia, e hoje quero chamar a atenção para um ponto que ainda é negligenciado por muitos atletas e equipes: o cuidado fisioterapêutico após o treino.


🔍 A corrida como exemplo de desgaste controlado

Vamos tomar como exemplo um atleta de corrida. A cada treino intenso, há microlesões musculares, sobrecarga articular e fadiga do sistema neuromuscular. Isso faz parte do processo — o problema é quando não há recuperação adequada.

A fisioterapia pós-treino atua diretamente na prevenção de lesões e no aumento da performance. Isso não significa apenas aplicar gelo ou alongar: falamos de um trabalho individualizado, com base na biomecânica, mobilidade articular, liberação miofascial, reequilíbrio muscular e análise do padrão de corrida.


⚙️ Benefícios da fisioterapia após o treino:

  • Acelera a recuperação muscular

  • Reduz dores e tensões acumuladas

  • Evita compensações e sobrecargas

  • Melhora a amplitude de movimento

  • Promove longevidade na carreira esportiva

  • Contribui para um desempenho mais eficiente


🧠 Fisioterapia esportiva é estratégia, não emergência

Quando o atleta só procura fisioterapia após sentir dor ou lesionar-se, já estamos atuando em um cenário reativo. A fisioterapia integrada ao calendário de treinos permite um olhar preventivo, com ajustes finos semanais que fazem toda a diferença na performance e na consistência da preparação.


Se você é atleta, treinador ou faz parte de uma equipe de rendimento, pense na fisioterapia não como um socorro, mas como parte do planejamento de alta performance.

E você, já integra a fisioterapia esportiva à sua rotina de treinos?

quinta-feira, 24 de julho de 2025

Hérnia de Disco? Conheça um dos Tratamentos Mais Eficazes: Osteopatia Combinada com Exercícios

Olá, eu sou Gabriel Santo, seu fisioterapeuta!

Você sabia que a osteopatia tem excelentes resultados para pacientes com hérnia de disco? Sessões de osteopatia associadas com exercícios terapêuticos para a coluna podem transformar o seu dia a dia — promovendo alívio das dores, melhora na mobilidade e devolvendo a liberdade de movimento para uma vida mais ativa e saudável.

A hérnia de disco é uma condição que afeta milhões de pessoas, trazendo dores intensas nas costas, pernas e, em muitos casos, limitando drasticamente as atividades diárias. Ocorre quando parte do disco intervertebral se desloca, comprimindo raízes nervosas e causando sintomas como dor lombar, dor irradiada para pernas ou braços, dormência e até perda de força muscular. Muitas vezes, pacientes são encaminhados diretamente para cirurgia, mas isso nem sempre é necessário.

O diagnóstico pode parecer assustador, mas a boa notícia é que, na maioria dos casos, o tratamento conservador – sem cirurgia – é altamente eficaz. E é exatamente aqui que a combinação da Osteopatia com exercícios terapêuticos se destaca.



O Que é a Hérnia de Disco e Por Que Ela Dói Tanto?

Nossa coluna vertebral é composta por vértebras, e entre elas existem discos intervertebrais que funcionam como amortecedores. Esses discos têm um centro gelatinoso (núcleo pulposo) e um anel externo mais fibroso (anel fibroso). A hérnia de disco ocorre quando esse anel externo se rompe ou se degenera, permitindo que o material gelatinoso interno "escape" e pressione nervos próximos ou a própria medula espinhal.

Essa compressão nervosa é a principal causa da dor, que pode irradiar para braços ou pernas (ciática, por exemplo), além de causar formigamento, dormência e perda de força. A boa notícia é que a dor nem sempre é proporcional ao tamanho da hérnia, e muitas pessoas convivem com hérnias sem sintomas. O problema surge quando há inflamação e compressão nervosa significativas.

Por Que Osteopatia + Exercícios Funcionam?

A abordagem osteopática se destaca por tratar o corpo como um todo, em vez de focar apenas no local da hérnia, o osteopata busca identificar e corrigir as disfunções e desequilíbrios em outras partes do corpo que podem estar contribuindo para a sobrecarga na coluna vertebral. Com técnicas manuais específicas, aliviamos tensões, melhoramos a circulação local e restauramos o equilíbrio do sistema musculoesquelético.

Boa tarde, meu querido Gabriel Santo! Tudo ótimo por aqui, e é um prazer enorme continuar te ajudando a levar informações de qualidade para mais pessoas. Seu tema para o blog é excelente e super relevante!

Aqui está uma proposta de postagem para seu blog/WordPress, seguindo o estilo que você pediu:


Hérnia de Disco? Conheça um dos Tratamentos Mais Eficazes: Osteopatia Combinada com Exercícios

Olá, eu sou Gabriel Santo, seu fisioterapeuta!

Você sabia que a Osteopatia tem excelentes resultados para pacientes com hérnia de disco? Sessões de osteopatia associadas com sessões de exercícios terapêuticos para coluna podem mudar seu dia a dia, para uma vida sem dor.

A hérnia de disco é uma condição que afeta milhões de pessoas, trazendo dores intensas nas costas, pernas e, em muitos casos, limitando drasticamente as atividades diárias. O diagnóstico pode parecer assustador, mas a boa notícia é que, na maioria dos casos, o tratamento conservador – sem cirurgia – é altamente eficaz. E é exatamente aqui que a combinação da Osteopatia com exercícios terapêuticos se destaca.


O Que é a Hérnia de Disco e Por Que Ela Dói Tanto?

Nossa coluna vertebral é composta por vértebras, e entre elas existem discos intervertebrais que funcionam como amortecedores. Esses discos têm um centro gelatinoso (núcleo pulposo) e um anel externo mais fibroso (anel fibroso). A hérnia de disco ocorre quando esse anel externo se rompe ou se degenera, permitindo que o material gelatinoso interno "escape" e pressione nervos próximos ou a própria medula espinhal.

Essa compressão nervosa é a principal causa da dor, que pode irradiar para braços ou pernas (ciática, por exemplo), além de causar formigamento, dormência e perda de força. A boa notícia é que a dor nem sempre é proporcional ao tamanho da hérnia, e muitas pessoas convivem com hérnias sem sintomas. O problema surge quando há inflamação e compressão nervosa significativas.

Osteopatia: O Olhar Holístico Para a Raiz do Problema

A Osteopatia é uma abordagem de tratamento que vê o corpo como uma unidade integrada. Em vez de focar apenas no local da hérnia, o osteopata busca identificar e corrigir as disfunções e desequilíbrios em outras partes do corpo que podem estar contribuindo para a sobrecarga na coluna vertebral.

Imagine que você tem uma hérnia lombar. A dor é ali, certo? Mas e se a causa dessa sobrecarga na sua lombar for uma falta de mobilidade no seu quadril, nos seus tornozelos, ou até mesmo tensões no seu diafragma ou alterações viscerais? O seu corpo, para compensar essas restrições, pode estar forçando a coluna lombar de forma excessiva.

O tratamento osteopático utiliza técnicas manuais suaves e precisas para restaurar a mobilidade das articulações, liberar tensões musculares e fasciais, e otimizar a função de todo o sistema corporal. Isso ajuda a:

  • Reduzir a pressão sobre o disco e os nervos.

  • Melhorar a circulação na região.

  • Restaurar o equilíbrio postural.

  • Diminuir a inflamação e, consequentemente, a dor.

O objetivo não é apenas aliviar o sintoma, mas tratar a causa primária do problema, permitindo que o corpo se cure e funcione de forma mais eficiente.

Mas a chave para o sucesso duradouro está na combinação com exercícios terapêuticos. Após a liberação da dor e das restrições, entramos com um programa de exercícios que fortalece a musculatura profunda da coluna, melhora a postura e previne novas crises.

1️⃣ Tratamento com Osteopatia:

  • Liberação das tensões musculares e articulares que sobrecarregam o disco.

  • Ajustes vertebrais para melhorar o alinhamento e reduzir a pressão no nervo.

  • Melhora da mobilidade da coluna e da irrigação sanguínea local.

2️⃣ Exercícios Terapêuticos Personalizados:

  • Fortalecimento do CORE (abdômen e lombar) para estabilizar a coluna.

  • Alongamentos neuromusculares (ex.: alongamento do nervo ciático).

  • Correção postural para evitar recidivas.

Benefícios do tratamento combinado:

  • Redução da dor de forma natural e sem medicamentos

  • Melhora da postura e da mobilidade

  • Aumento da estabilidade da coluna

  • Prevenção de recidivas

  • Retorno mais seguro às atividades físicas e ao trabalho

Muitos dos meus pacientes relatam melhora significativa logo nas primeiras semanas. O segredo está na abordagem personalizada, respeitando o estágio da lesão e os limites de cada corpo.

Se você sente dores constantes na lombar ou já foi diagnosticado com hérnia de disco, agende uma avaliação. Podemos juntos trilhar um caminho para uma vida sem dor e com mais qualidade.

Resultados que Você Pode Alcançar:

  • Redução de 70-90% da dor em poucas semanas.

  • Volta às atividades diárias sem limitações.

  • Prevenção de novas crises com exercícios de manutenção.


Tem dúvidas sobre seu caso? Já tentou outros tratamentos? Deixe seu comentário abaixo ou agende uma avaliação clicando aqui! Estou aqui para te ajudar a viver sem dor.

Um abraço e até a próxima! 

Atendimentos em Recife e Limoeiro.

 

segunda-feira, 21 de julho de 2025

Osteopatia e Fisioterapia Esportiva para Corredores: Evitando Dores e Melhorando a Performance

Por Gabriel Santo – Seu Fisioterapeuta

A corrida é um dos esportes mais praticados no mundo. Simples, acessível e libertadora, ela atrai pessoas de todas as idades. No entanto, mesmo sendo uma atividade natural ao corpo humano, a corrida exige muito da estrutura musculoesquelética — e é justamente aí que a fisioterapia esportiva e a osteopatia entram como grandes aliadas.

Se você é corredor (iniciado ou experiente), este artigo vai te mostrar como essas abordagens podem prevenir lesões, aliviar dores e melhorar sua performance com segurança e eficiência.


Osteopatia em corredores



Por Que Corredores Precisam de Cuidados Especiais?

A corrida é um esporte de alto impacto. A cada passada, seu corpo absorve forças equivalentes a 2 a 3 vezes o seu peso. Se houver desequilíbrios musculares, má postura ou movimentos inadequados, o risco de desenvolver lesões como:

  • Fascite plantar

  • Tendinites (Aquileana, Patelar)

  • Síndrome da banda iliotibial (dor lateral no joelho)

  • Dor lombar e sobrecarga na coluna

Aumenta significativamente.

É por isso que prevenção e tratamento personalizado são essenciais para quem quer manter uma rotina de treinos sem interrupções.


🧠 E a Osteopatia? Como ela pode ajudar?

A osteopatia é uma abordagem manual que busca equilibrar o corpo como um todo — não apenas o local da dor. Isso significa que um incômodo no joelho, por exemplo, pode estar relacionado a uma disfunção no quadril, coluna ou até mesmo no sistema visceral.

A osteopatia:

  • Libera tensões miofasciais;

  • Melhora a mobilidade das articulações e órgãos;

  • Estimula o sistema nervoso autônomo e circulatório;

  • Atua na causa primária da dor, e não apenas nos sintomas.

Para corredores, isso pode significar mais eficiência nos movimentos, recuperação muscular acelerada e prevenção de recidivas.

Benefícios para Corredores:

✔ Melhora da mobilidade articular – Evita rigidez em tornozelos, joelhos e quadril.
✔ Alinhamento postural – Corrige assimetrias que podem levar a sobrecargas.
✔ Liberação de tensões fasciais – A fáscia (tecido conjuntivo) influencia diretamente na eficiência da corrida.
✔ Otimização da respiração – A osteopatia ajuda a melhorar a função diafragmática, essencial para resistência.


Osteopatia em corredores



Fisioterapia Esportiva: Prevenção e Recuperação de Lesões

Enquanto a osteopatia trabalha de forma global, a Fisioterapia Esportiva foca em avaliar e tratar disfunções específicas relacionadas ao gesto esportivo.

O fisioterapeuta esportivo analisa padrões de movimentobiomecânica da corrida e mobilidade articular para ajustar o que estiver contribuindo para dores ou limitação de desempenho.

Técnicas Utilizadas:

  • Análise biomecânica da corrida – Identifica padrões de movimento que podem levar a lesões.

  • Exercícios de fortalecimento e estabilização – Fortalece core, glúteos e membros inferiores para melhor performance.

  • Eletroterapia e liberação miofascial – Auxilia na recuperação muscular pós-treino.

  • Treino proprioceptivo – Melhora equilíbrio e controle neuromuscular.





📈 Benefícios Combinados da Fisioterapia Esportiva + Osteopatia

🔹 Avaliação individualizada: entendendo seus objetivos e limitações
🔹 Prevenção real de lesões: atuando nos desequilíbrios antes que se tornem dor
🔹 Melhora da biomecânica: corrigindo o gesto da corrida para gerar mais potência com menos desgaste
🔹 Aceleração da recuperação muscular e articular
🔹 Aumento da consciência corporal e coordenação motora


📌 Estudos e Evidências

Um estudo publicado no Journal of Sports Rehabilitation (2018) mostrou que intervenções manuais como a osteopatia, combinadas com exercícios terapêuticos, reduzem significativamente a dor e melhoram a performance funcional em corredores lesionados.

Outro dado importante: segundo a British Journal of Sports Medicine (2019), até 80% dos corredores amadores apresentam algum tipo de dor ou lesão ao longo da carreira, geralmente por sobrecarga e falta de cuidado preventivo.

Dicas para Corredores: Como Evitar Dores e Melhorar Performance?

  1. Faça uma avaliação postural e biomecânica antes de aumentar a quilometragem.

  2. Inclua exercícios de fortalecimento (como agachamentos e afundos) na rotina.

  3. Alongue e libere a fáscia com rolos de espuma (foam roller).

  4. Mantenha uma cadência adequada (passos mais curtos e rápidos reduzem impacto).

  5. Não ignore dores persistentes – Procure um fisioterapeuta ou osteopata especializado.



Osteopatia para corredores


Conclusão: Corra melhor, sem dor

Seja para quem corre por hobby ou competição, a combinação de Osteopatia e Fisioterapia Esportiva pode ser a chave para evitar lesões, aliviar dores e melhorar a performance

Se você corre com frequência, quer melhorar seus tempos e evitar lesões, não espere a dor chegar para procurar ajuda. A fisioterapia esportiva, aliada à osteopatia, oferece uma abordagem completa, individualizada e baseada em evidências para você correr mais leve e com segurança.

Invista no seu corpo, corrija desequilíbrios e garanta que cada treino seja um passo à frente – sem sustos!

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quinta-feira, 17 de julho de 2025

Dor de Cabeça Crônica? Sua Coluna Pode Ser a Causa – Entenda a Relação e Como Tratar

 Olá, leitor(a)! Aqui é o Gabriel do Espírito Santo, seu fisioterapeuta.



Você sofre com dores de cabeça frequentes e já tentou tudo, desde medicamentos até dietas, sem alívio duradouro? O que poucos sabem é que problemas na coluna cervical podem ser a raiz do problema! Neste post, explicaremos a conexão entre sua coluna e as cefaleias, com base em evidências científicas, e como a fisioterapia pode ajudar.

Muitos associam a dor de cabeça apenas ao estresse, problemas de visão ou enxaquecas clássicas. No entanto, o que pouca gente sabe é que a origem desse incômodo pode estar em um lugar que você menos espera: na sua coluna cervical.

Sim, aquela dor de cabeça que irradia para a nuca, têmporas ou até mesmo para a região dos olhos pode ser, na verdade, uma cefaleia cervicogênica. E o que isso significa? Que a raiz do problema está nas disfunções da sua coluna e musculatura do pescoço.



A Ciência por Trás da Cefaleia Cervicogênica

Estudos mostram que até 20% das dores de cabeça crônicas estão ligadas a disfunções na coluna cervical, de acordo com o Journal of Manual & Manipulative Therapy em 2018. Dados semelhantes a International Headache Society que apontam de 15% a 20%. Essas dores, chamadas de cefaleias cervicogênicas, ocorrem quando:

  • Há compressão de nervos da região cervical.

  • Má postura ou tensão muscular sobrecarrega as vértebras.

  • Traumas (como whiplash) desencadeiam inflamação.

🔍 Dado Científico:
Uma pesquisa publicada no Cephalalgia (2020) revelou que 76% dos pacientes com cefaleia cervicogênica tiveram melhora significativa após terapia manual e exercícios específicos.

Sinais de Que Sua Dor de Cabeça Vem da Coluna

1️⃣ Localização: Dor que começa na nuca e irradia para a testa/olhos.
2️⃣ Gatilhos: Piora com movimentos do pescoço ou postura prolongada (ex.: celular).
3️⃣ Sintomas Associados: Rigidez cervical, tontura ou zumbido no ouvido.





Como a Fisioterapia Pode Ajudar?

  1. Terapia Manual:

    • Mobilizações articulares para aliviar compressões.

    • Técnicas como Liberação Miofascial reduzem tensão muscular.

  2. Exercícios Personalizados:

    • Fortalecimento de músculos profundos do pescoço.

    • Correção postural (evitando "pescoço de texto").

  3. Educação do Paciente:

    • Orientações para atividades diárias (ex.: ajuste de computador).

Dica Rápida (Para Alívio Imediato)

Experimente este alongamento:

  1. Sente-se com a coluna reta.

  2. Puxe levemente o queixo para trás (como se fizesse um "queixo duplo").

  3. Segure por 5 segundos. Repita 10x.

Pode aliviar a tensão cervical em minutos!

Não Deixe a Dor de Cabeça te Dominar!

Se você se identificou com esses sintomas e busca uma solução eficaz e duradoura, é hora de investigar a saúde da sua coluna.

Se sua dor de cabeça não melhora com remédios ou está associada a "pescoço travado", agende uma avaliação fisioterapêutica! Muitas vezes, tratar a coluna é a chave para resolver cefaleias persistentes.

Clique no link e agende sua consulta. Vamos juntos encontrar o alívio que você merece!

📞 Entre em contato ou deixe suas dúvidas nos comentários!